"Aquilo que os olhos não viram, os ouvidos não ouviram e jamais penetrou em coração humano são as coisas que Deus, têm preparado para aqueles que o amam." (I Co 2:9)

terça-feira, 29 de junho de 2010

Um país diferente



Ontem estava lendo sobre a Suécia.
A Suécia é um país do tamanho de São Paulo, e tem 500.000 habitantes, relativamente pequeno quando se está falando de um país.
Mais o que me chamou a atenção, foi a paciência que eles tem pra viver. Eles não se apressam nunca. Nas grandes empresas uma ideia (por mais que seja brilhante, e promessa de lucro imediato) não é executada, sem pelo menos ter estado na gaveta por dois anos. Isso é uma regra lá. O texto que eu li, também narrava a seguinte situação:
"Um jovem brasileiro, foi contratado pra trabalhar em uma empresa sueca com sede no próprio país, e nos primeiros dias um colega de trabalho que morava perto, passava no Hotel onde ele estava hospedado para irem juntos ao trabalho.
Nos primeiro dia o colega o deixou em frente a empresa, dizendo que já voltava, que iria estacionar o carro. O jovem brasileiro, ficou sem entender, já que em frente a empresa onde o colega o havia deixado, haviam dezensas de vagas desocupadas mais não quis questionar, apenas esperou o colega voltar. No segundo dia, o fato voltou a acontecer. No terceiro também, no quarto, quinto...
Até que um dia ele perguntou, ao colega porque que ele estacionava tão longe da empresa, se haviam vagas de sobra no horário em que eles chegavam... e sabe qual foi a resposta?!
O colega respondeu, que ele sempre chegava cedo então tinha tempo pra procurar uma vaga, já os outros companheiros de trabalho que chegassem mais tarde não teriam esse tempo, e se atrasariam mais ainda."
Quando li isso, devo ter tido a mesma reação do jovem brasileiro. Parece mentira, mais ainda existem pessoas e países, culturas que valem a pena ser mencionadas. Até no nosso país mesmo, é triste reconhecer que é raro, mais ainda existem!
Que esse testemunho sirva de exemplo para nós, que vivemos num país muuuuuito maior do que a Suécia, e temos condições de nos tornarmos muito melhores também, basta haver conscientização!
Beeiijobeeiijo ;*

sábado, 26 de junho de 2010


Poucas coisas mudam as nossas vidas, como uma mudança de cidade. Fico pensando na vida e vendo como ela muda, muitas vezes mais rápido do que conseguimos nos adaptar a ela.

Derrepente o que tínhamos ontem, não teremos mais amanhã... os amigos que estavam sempre por perto, hoje estarão a quilômetros de distância. O cargo que exercíamos semana passada, essa semana não existe mais, e hoje nem temos mais emprego.

É uma situação muito delicada. Há um mês, eu me mudei de cidade, de casa, de escola, de igreja e descobri que eu não sou muito boa com mudanças, principalmente quando elas são feitas de maneira muito rápida. Na outra cidade eu tinha tudo o que eu queria, e o que não tinha estava prestes a conseguir, tudo o que eu precisava pra ser feliz, se não pra sempre por um looooongo tempo! Mas, tudo isso foi deixado pra trás. A incerteza e a insegurança de sair do "ninho" me fazem temer o futuro e o que ele me reserva. Talvez eu seja muito mais feliz aqui, do que seria se continuasse lá... ou não. Os sonhos projetados por mim e pelo meu coração continuam de pé e vão crescendo a cada dia mais, e isso é fabuloso, porque se for para sonhar um sonho medíocre, é melhor nem sonhar. Sonho pra mim tem que ser grande, bonito, alegre, que traga contentamento só de imaginar a realização dele. Tenho aprendido duas coisas, a primeira é que na fase da adolescência um probleminha vira um problemãããããão, se não for sanado rapidamente. E a segunda é que adolescente, tem muita necessidade de estar acompanhado, não pelos pais, tios, avós... mais por pessoas da mesma idade, que falem do mesmo jeito, que estejam na mesma fase da escola, etc.

Na outra escola, eu parecia vereadora, falava com todo mundo, conhecia todo mundo, todos brincavam comigo, afinal estudei três anos e meio lá. Aprendi coisas inesquecíveis, não só nas matérias e nas aulas de cada professor, mas no dia-a-dia com cada aluno. Nas brigas, discussões, desabafos, risadas, nas horas de almoço, estágios, festinhas surpresas... apresentações de trabalho, enfim de cada momento e de cada pessoa eu trouxe um pouco, e vou guardar pra sempre na memória e no coração. A intenção é de nunca perder o contato, maaaas se isso acontecer um dia, ainda assim todos estarão muito bem guardados dentro do meu coração.

Voltando ao assunto, chego a conclusão que não sei se as mudanças que aconteceram até agora na minha vida foram boas ou ruins, o resultado eu só vou saber um dia e espero que seja positivo!


Beeeiiijos,

Suílla Rangel